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Nueva Etapa de la revista La Pecera

que inició su recorrido durante la crisis argentina del 2001 hasta el año 2009, en que dejó de publicarse en papel , hasta 2016,  en que reaparece con el Nro 15.

 "Ningún pez es demasiado raro para tu pecera" es el lema de la revista, inspirado en la conocida novela de D. H. Lawrence, señalando la heterogeneidad de contenidos y lenguajes. Y también, una apuesta por autores, poéticas y pensamientos a contrapelo.

La PECERA.ne

ISSN 1666-8782

Fundada en Mar del Plata, otoño de 2001 © Editorial Martín y O. Picardo

DIRECTORES:

Osvaldo Picardo  y  Héctor Freire.

© 2016 Big Fish para La Pecera. Creado con Wix.com 

lapeceralibros@gmail.com

DIRECCIÓN POSTAL: Av. Pueyrredón 2387  5º Piso.  (1119) Capital Federal 

La Pecera no Brasil

Ana Maria Rodrigues Oliveira nasceu a 17 de Fevereiro de 1960, em Portugal, no Alto Alentejo no distrito de Portalegre e concelho de Castelo de Vide.

Antes de completar um ano de idade veio com os pais viver para a zona de Cascais e aí tem vivido desde então.

Em 1986 finalizou a licenciatura em Filosofia na Faculdade de Ciências sociais e humanas de Lisboa. Licenciatura que lhe permitiu dar aulas de filosofia durante alguns anos.

Edita o seu primeiro livro de poesia em 2008 através da Corpos Editora “Grito de liberdade”. Este livro é uma forma de partilhar emoções e vivências, encarando a poesia como uma catarse. Dedica este livro a todas as mulheres, pela luta e determinação com que enfrentam as adversidades de uma sociedade que ainda manipula e escraviza.

Se em “Tradução das manhãs” e “O livro das mãos” (vencedores em 2014 e 2018 do Prêmio Glória de Sant’Anna 2018) Gisela Gracias Ramos Rosa já vinha pronunciando o seu rigor formal e a economia de meios como recursos para sua pulsação poética, em “A pedra e o corpo” a autora radicaliza seu estilete, ao conformar uma obra ainda mais burilada e reduzida ao essencial, naquilo que ela persegue desde sempre: a comunicação plena sem rodeios verbais ou adereços de qualquer espécie.

Carlos Orfeu nasceu em Queimados. É devoto das artes, sobretudo da literatura e da poesia. Publica em blogs pessoais, revistas e blogs literários. Em 2017, lançou "Invisíveis cotidianos", pela editora Literacidade. Seu livro mais recente, "Nervura", foi publicado pela editora Patuá.

Carlos Eduardo Pereira nasceu no Rio de Janeiro, em 1973. Cursou História, na UFRJ, e Letras, na PUC-Rio. É autor do romance “Enquanto os dentes” (Todavia, 2017), semifinalista do Prêmio Oceanos e finalista do Prêmio São Paulo de Literatura.

Itamar Vieira Junior nasceu em Salvador. É autor da coletânea de contos “A oração do carrasco” (2017), finalista do Prêmio Jabuti de Literatura. Tem contos traduzidos e publicados em revistas especializadas na França e EUA. Seu mais recente trabalho é o romance “Torto Arado”, vencedor do prestigiado Prêmio LeYa 2018.

Alessandro Garcia é autor de A sordidez das pequenas coisas (Não Editora), finalista do Prêmio Jabuti, segundo colocado no Prêmio Fundação Biblioteca Nacional, com conto traduzido para o espanhol na Revista Machado de Assis, da Fundação Biblioteca Nacional. Presente em diversas coletâneas, é editor da revista de contos Flaubert e host do podcast Negro da Semana. Prepara o lançamento do romance A Zona da Invisibilidade.  O conto Divertimento faz parte do volume de contos inédito Cachorro Correndo Sem Cabeça.

Artigo de Felipe Charbel sobre suas leituras de Elvio Gandolfo. Felipe Charbel é escritor e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Publicou em 2018 “Janelas irreais – um diário de releituras” (Relicário Edições), livro que transita entre a ficção e o ensaio ao apresentar um narrador que relê alguns romances decisivos na sua formação como leitor, e toma notas num caderno. O seu propósito é voltar a livros que o fizeram feliz (como “Os detetives selvagens”, de Roberto Bolaño; “O teatro de Sabbath”, de Philip Roth; “Quase memória”, de Carlos Heitor Cony; “Ruído branco”, de Don DeLillo), e procurar nessas obras traços da pessoa que foi em outras épocas.

*João Meirelles  Filho, 58 anos, é escritor e ativista socioambiental. Nascido em São Paulo, SP,  há 14 anos, vive em Belém, Pará, Amazônia. Como escritor, é autor de 17 livros, com destaque para “O Abridor de Letras”, Record, 2017 (Prêmio SESC de Literatura – Contos); e ensaios sobre a Amazônia, como “Grandes Expedições à Amazônia Brasileira”, 2 vol. Editora Metalivros (2009 e 2011); e “Livro de Ouro da Amazônia” (Ediouro, 2004). Como ativista socioambiental, há 33 anos atua no terceiro setor, 20 dos quais à frente do Instituto Peabiru, organização que trabalha nos nove estados da Amazônia Brasileira.

Artigo de Aline Bei sobre o poeta Al Berto. Aline Bei nasceu em São Paulo, em 1987. É formada em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e em Artes Cênicas pelo Teatro Escola Célia-Helena. É colunista do site cultural Livre Opinião – Ideias em debate e foi escritora convidada na Primavera Literária; Sorbonne Université, França 2018. Seu primeiro livro, “O peso do pássaro morto”, foi finalista do Prêmio Rio de Literatura e vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura.

Suelen Carvalho é autora do romance "O passado é lugar estrangeiro" (Editora Patuá), lançado em 2017. É paraense e mora atualmente no Rio de Janeiro.

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O    A P L I C A T I V O    D O S    S O N H O S por Carlos Felipe Moisés